Mostrando postagens com marcador caminho-aguas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caminho-aguas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Macapá, a cidade do marco zero

Para chegar a Macapá temos que voar ou navegar. Do céu avistamos o verde abraçado pelas águas do Amazonas. Da terra vislumbramos as cores do norte que encantam o olhar. Ali, onde cruza a linha do Equador, está à cidade do marco zero, a capital do Amapá.

Na chegada do outono e da primavera o Equinócio é o atrativo no templo do relógio do sol. O obelisco recebe a luz da nova estação que altera o cenário no hemisfério sul. No norte, em outro ponto, em março será primavera e em setembro será a vez do outono. É o giro universal. É o ciclo do tempo na natureza da vida.

Lá que muitos chamam de “meio do mundo”, há muito para ver e sentir. Tem Fortaleza construída para defender o território dos invasores, tem histórias em muitos cantos, tem a presença indígena na arte e na cultura, tem as paisagens beira-rio com seus atrativos para curtir o dia e a noite de Macapá. Cada lugar tem seu ritmo, seu jeito, seu diferencial, seu clima.

O ano é dividido no período das chuvas e da seca que moldam as paisagens. Da floresta vêm as frutas deliciosas. Da terra e do rio brotam os ingredientes de uma gastronomia saborosa. Têm as praias de água doce, os barcos que cortam o rio na dança das marés e tantos outros detalhes que desenham Macapá.

Na correnteza da vida, nas marés mansas ou nas agitadas que formam a pororoca, as pessoas vão de maré em maré, no passo a passo do caminho, construindo a história da cidade. A cidade tem o retrato de sua gente. Que o marco zero seja símbolo de um novo amanhã cada vez mais prospero. E que as pessoas de Macapá sejam cada vez mais felizes.
Crédito imagem: Wikipedia

Até o próximo post!
Ivone Mourão
Equipe Marcos Turbo
Fones (11) 3591-4551/3698-5393
Envie sua mensagem clicando aqui
Acesse o Twitter Marcos Turbo

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

No caminho das águas de Ananindeua

A cidade é cercada por ilhas e pelo Rio Maguari. Está localizada no território conhecido como "Grande Belém". E grandeza é mesmo uma característica dos lugares amazônicos. E como muitas cidades do Brasil uma estrada de ferro fez surgir Ananindeua, cujo nome homenageia uma árvore típica da região, a Anani.

Entre águas e igarapés Ananindeua segue registrando sua história na composição da história paraense tão ligada as riquezas da floresta, aos traços indígenas que vão se misturando a de outros povos que chegaram para viver por lá.

E ao visitante que embarca e desembarca nas águas ou no solo, Ananindeua se apresenta como uma cidade com muitos atrativos: eventos que movimentam a região, a beleza dos recursos naturais e posso apostar que tem muito mais para descobrir...

...A cidade tem seu ritmo, seus patrimônios, a festa da fé do Círio de Nossa Senhora das Graças, tem o Giro Cultural, tem dança, música, carnaval e forró, têm as delícias gastronômicas que são tão singulares e retratam a diversidade do Pará em forma de sabores que encantam...

...E tem o rio, tão presente na vida do paraense, personagem de Ananindeua e de muitas paraenses que seguem o caminho das águas.

Marcos Turbo indica na cidade: Vieira Turbo (91) 3235-9250
Crédito da imagem: Salvador Scofano - banco de imagens Paratur