O café é presença marcante no solo de Três Pontas. Também, como maior produtor nacional do grão que rende tanta riqueza para a região, o destaque para o delicioso café é mesmo relevante. O café está na história, no brasão, no hino e enraizado nos símbolos e desenvolvimento da cidade.
Fiquei imaginando as combinações primorosas que podemos fazer com o café, dentre elas, um cafezinho acompanhado por pão de queijo, que, aliás é outra especialidade de Minas. O café faz bem para a beleza. Que o diga a premiada empresária de Três Pontas Vanessa Vilela Araujo que utiliza o café para produzir cosméticos e está entre as 10 melhores empreendedoras do mundo.
Três Pontas têm o café e outras especialidades também. O cantor Milton Nascimento é filho ilustre da cidade e a música é tema de dois eventos em Três Pontas. O Festival Nacional de Canção e o Festival Música do Mundo. É um exemplo do quanto a música é capaz de conectar pessoas com seu som que é universal por essência.
Outro personagem importante da cidade é o Padre Victor que todos os anos é homenageado com uma festa que emana muita fé e recebe muitos romeiros. Conhecido como “anjo tutelar” da cidade, o Padre Victor pode ser beatificado e tornar-se o 1º santo negro do Brasil. Missas, procissões, novenas, orações e muito louvor e gratidão pelas bênçãos recebidas acontecem durante os dias da festa que é um evento tradicional do calendário de Três Pontas. E já que estamos falando em fé, em janeiro tem a Folia de Reis que é outra manifestação que promove encontros especiais na comunidade.
A ExpoCafé é outro evento que movimenta a cidade e a região. Acontece no mês de junho e recebe muitos profissionais e empresas do agronegócio já que a cultura do café faz links com diversos temas como a tecnologia, comunicação, exportação e muitos mais. Encontros como esse é uma oportunidade de conhecer a região do sul de Minas que abriga belas paisagens com serras, rios, natureza e patrimônio histórico e cultural. O próprio nome do município tem ligação com este cenário já que remete às 3 pontas da serra onde localiza-se Três Pontas.
E que as três pontas erguidas para o céu sinalizem o crescimento cada vez melhor da cidade na conquista de prosperidade aliada à qualidade de vida de seu povo. E que a letra do hino seja reflexo da realidade para que “os encantos mil” de Três Pontas continuem a registrar sua canção na música do seu tempo.
Crédito imagem: Galeria fotos site Prefeitura Municipal de Três Pontas
Aproveito para parabenizar o site da Prefeitura ilustrado no topo com belas imagens da cidade. Até a próxima cidade da série mineira turbinada
Conexão entre turbinas, clientes e cidades. A ideia desse Blog surgiu ao organizar o nome das cidades para as quais realizo vendas de turbinas e serviços de recondicionamento na Marcos Turbo. Não tenho como conhecer presencialmente as muitas cidades, então o Blog é uma forma de viajar pelo universo online das cidades no registro mensal do roteiro.Todo lugar tem seu diferencial. Toda cidade é um livro.
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sábado, 4 de setembro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Juiz de Fora, uma princesa da zona da mata mineira
Uma cidade destaque do circuito mineiro, Juiz de Fora é um município que tem a marca do desenvolvimento em sua história. Não é a toa que foi pioneira em muitos feitos registrados ao longo de sua jornada que continua. O Museu de Marmelos é um exemplar desse pioneirismo com o rico acervo da Usina hidroelétrica. A cidade tem mesmo muita história para contar. Elas estão por lá, vivas no seu patrimônio presente em monumentos e na memória de seu povo.
Ao pesquisar sobre as cidades tenho lido sobre dois símbolos comuns em muitos municípios brasileiros: o brasão e a bandeira. Nem sempre sabemos o significado e eles são muito importantes porque carregam uma simbologia especial. Na bandeira de Juiz de Fora há faixas e cores com o triângulo de Minas no centro. As diferentes cores representam os diversos povos na construção da cidade: azul, vermelho, verde e branco = negros, índios, portugueses, alemães. O Brasão tem uma comunhão de elementos simbólicos: monumento Cristo Redentor, ramos de café, ouro na Justiça, prata no rio, a Coroa e suas torres e as cores formando um escudo com muitos sentidos históricos e culturais. Outro ponto interessante são os hinos e no de Juiz de Fora a cidade é chamada de “Princesa de Minas”. Conhecer os símbolos é uma forma de ingressar no universo das cidades. Cada detalhe do símbolo tem um significado e a soma deles desenha uma história.
E em toda história há um caminho. E foi no Caminho Novo que ligava essa região de Minas Gerais ao Rio de Janeiro que nasceu Juiz de Fora e outras cidades mineiras. O caminho foi aberto para transportar o Ouro extraído nos tempos áureos da mineração. O ciclo do Ouro trouxe muita riqueza para o país e, como todo ciclo, teve sua ascensão e chegou ao fim. Então abriu espaço para o início da cultura cafeeira. Os campos de café, os escravos, o auge de mais um produto produzido em escala mundial contribuiu para o crescimento da região. Era preciso novas estradas e então nasceu a Estrada União e Indústria. Da necessidade de trazer imigrantes para construção do projeto nasceu o incentivo a imigração. Vieram os alemães que até hoje estão no nome de ruas e outros pontos de Juiz de Fora. E a “princesa de Minas” foi crescendo.
Cada fase tem sua importância, a do Ouro, a do café, a Industrial e hoje é a combinação de indústria e serviços com a contribuição dos investimentos em estrutura, educação e cultura, que somados geram o perfil de desenvolvimento de Juiz de Fora. Aliás, o município tem um bom índice de qualidade de vida o que é um orgulho para a região. Espero que a atual e as próximas administrações continuem investindo na ampliação da melhoria da qualidade de vida para que o índice que já é bom seja cada vez melhor.
Observei na pesquisa que a cidade conta com muitos museus. Tem Museu de Arte Moderna que homenageia o poeta Murilo Mendes, O Ferroviário, o de Arqueologia e Etnologia Americana, o de Malacologia com um interessante acervo de conchas e outros citados neste link do site oficial do município que conta também com um movimentando calendário de eventos que atrai muitos visitantes. Acesse o site do Juiz de Fora Convention e confira a programação. E tem mesmo muita diversidade cultural em Juiz de Fora que está mais próxima da capital carioca do que da capital mineira.
Uma curiosidade sobre a cidade que descobri foi à origem do nome, ao listar o nome do município para a série mineira fiquei intrigada sobre o significado de Juiz de Fora e agora percebi que minha percepção inicial faz sentido. Lá no princípio, quando o local não tinha um Juiz de Direito, o corte nomeava um Juiz de Fora para o lugar. E assim, a Santo Antonio de Paraibuna que tinha um Juiz de Fora e antes pertencia a Barbacena, desmembrou-se, tornou-se município e trilhou seu caminho de desenvolvimento como Juiz de Fora. E posso até apostar, que muitos que vieram de fora, por lá ficaram.
Até a próxima cidade da série mineira.
Ao pesquisar sobre as cidades tenho lido sobre dois símbolos comuns em muitos municípios brasileiros: o brasão e a bandeira. Nem sempre sabemos o significado e eles são muito importantes porque carregam uma simbologia especial. Na bandeira de Juiz de Fora há faixas e cores com o triângulo de Minas no centro. As diferentes cores representam os diversos povos na construção da cidade: azul, vermelho, verde e branco = negros, índios, portugueses, alemães. O Brasão tem uma comunhão de elementos simbólicos: monumento Cristo Redentor, ramos de café, ouro na Justiça, prata no rio, a Coroa e suas torres e as cores formando um escudo com muitos sentidos históricos e culturais. Outro ponto interessante são os hinos e no de Juiz de Fora a cidade é chamada de “Princesa de Minas”. Conhecer os símbolos é uma forma de ingressar no universo das cidades. Cada detalhe do símbolo tem um significado e a soma deles desenha uma história.
E em toda história há um caminho. E foi no Caminho Novo que ligava essa região de Minas Gerais ao Rio de Janeiro que nasceu Juiz de Fora e outras cidades mineiras. O caminho foi aberto para transportar o Ouro extraído nos tempos áureos da mineração. O ciclo do Ouro trouxe muita riqueza para o país e, como todo ciclo, teve sua ascensão e chegou ao fim. Então abriu espaço para o início da cultura cafeeira. Os campos de café, os escravos, o auge de mais um produto produzido em escala mundial contribuiu para o crescimento da região. Era preciso novas estradas e então nasceu a Estrada União e Indústria. Da necessidade de trazer imigrantes para construção do projeto nasceu o incentivo a imigração. Vieram os alemães que até hoje estão no nome de ruas e outros pontos de Juiz de Fora. E a “princesa de Minas” foi crescendo.
Cada fase tem sua importância, a do Ouro, a do café, a Industrial e hoje é a combinação de indústria e serviços com a contribuição dos investimentos em estrutura, educação e cultura, que somados geram o perfil de desenvolvimento de Juiz de Fora. Aliás, o município tem um bom índice de qualidade de vida o que é um orgulho para a região. Espero que a atual e as próximas administrações continuem investindo na ampliação da melhoria da qualidade de vida para que o índice que já é bom seja cada vez melhor.
Observei na pesquisa que a cidade conta com muitos museus. Tem Museu de Arte Moderna que homenageia o poeta Murilo Mendes, O Ferroviário, o de Arqueologia e Etnologia Americana, o de Malacologia com um interessante acervo de conchas e outros citados neste link do site oficial do município que conta também com um movimentando calendário de eventos que atrai muitos visitantes. Acesse o site do Juiz de Fora Convention e confira a programação. E tem mesmo muita diversidade cultural em Juiz de Fora que está mais próxima da capital carioca do que da capital mineira.
Uma curiosidade sobre a cidade que descobri foi à origem do nome, ao listar o nome do município para a série mineira fiquei intrigada sobre o significado de Juiz de Fora e agora percebi que minha percepção inicial faz sentido. Lá no princípio, quando o local não tinha um Juiz de Direito, o corte nomeava um Juiz de Fora para o lugar. E assim, a Santo Antonio de Paraibuna que tinha um Juiz de Fora e antes pertencia a Barbacena, desmembrou-se, tornou-se município e trilhou seu caminho de desenvolvimento como Juiz de Fora. E posso até apostar, que muitos que vieram de fora, por lá ficaram.
Até a próxima cidade da série mineira.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Santos Reis nas terras férteis de Palmital
A fertilidade da terra da região atraiu as pessoas para morar. E assim foram chegando os moradores na terra roxa para plantar e cultivar a terra e a história de Palmital. Vieram de São Manoel e nas Águas formaram suas moradas. Água Clara, Água das Anhumas e Água da Fortuna.
E que abundância esteja sempre presente na vida da cidade cujo nome homenageia as muitas palmeiras encontradas por lá. Espero que essa espécie ainda faça parte da paisagem do município que, de pequeno povoado, já conta hoje com mais de 20.000 habitantes. Seu crescimento está ligado ao café e a estrada de ferro Sorocabana. Foram os trilhos do desenvolvimento para escoar a produção cafeeira tão marcante em Palmital e em outras cidades paulistas.
A cultura do café teve seu auge e queda. Um frio intenso em 1942 e outros fatores econômicos colaboraram para o início do plantio de outros grãos como a soja, o milho, o trigo. Mas o café ainda resiste. Outro produto forte no município é a aguardente de cana e a cachaça nacional está mesmo ganhando destaque. Todo ano acontece na cidade a Feira Agropecuária que mostra a importância da agricultura na região. E se quiser saber da cotação agrícola é só aceitar o site da Prefeitura que a informação está lá em destaque na página principal.
E por falar em principal, duas festas movimentam a cidade no início do ano. Em janeiro tem a tradicional Festa de Santos Reis que reúne muitos moradores e visitantes nessa manifestação de fé que compartilha e aproxima. Em fevereiro tem o carnaval de rua que colore e alegra Palmital. É tempo de brincar e festejar no divertido carnaval de rua que agita Palmital e muitos municípios do interior paulista. É um excelente atrativo para ir conhecer a cidade que fica a 420 km da capital, logo ali entre Assis e Ourinhos.
O Portal da entrada de Palmital. Crédito imagem: http://www.palmital.sp.gov.br/fotos.php
E assim encerro mais um post com uma cidade do interior paulista, dessa vez Palmital, mais um município que integra São Paulo . Esse estado tem mesmo uma grandeza sem igual. Cada vez que escrevo sobre SP fico ainda mais apaixonada e admirada.
E que abundância esteja sempre presente na vida da cidade cujo nome homenageia as muitas palmeiras encontradas por lá. Espero que essa espécie ainda faça parte da paisagem do município que, de pequeno povoado, já conta hoje com mais de 20.000 habitantes. Seu crescimento está ligado ao café e a estrada de ferro Sorocabana. Foram os trilhos do desenvolvimento para escoar a produção cafeeira tão marcante em Palmital e em outras cidades paulistas.
A cultura do café teve seu auge e queda. Um frio intenso em 1942 e outros fatores econômicos colaboraram para o início do plantio de outros grãos como a soja, o milho, o trigo. Mas o café ainda resiste. Outro produto forte no município é a aguardente de cana e a cachaça nacional está mesmo ganhando destaque. Todo ano acontece na cidade a Feira Agropecuária que mostra a importância da agricultura na região. E se quiser saber da cotação agrícola é só aceitar o site da Prefeitura que a informação está lá em destaque na página principal.
E por falar em principal, duas festas movimentam a cidade no início do ano. Em janeiro tem a tradicional Festa de Santos Reis que reúne muitos moradores e visitantes nessa manifestação de fé que compartilha e aproxima. Em fevereiro tem o carnaval de rua que colore e alegra Palmital. É tempo de brincar e festejar no divertido carnaval de rua que agita Palmital e muitos municípios do interior paulista. É um excelente atrativo para ir conhecer a cidade que fica a 420 km da capital, logo ali entre Assis e Ourinhos.
O Portal da entrada de Palmital. Crédito imagem: http://www.palmital.sp.gov.br/fotos.php
E assim encerro mais um post com uma cidade do interior paulista, dessa vez Palmital, mais um município que integra São Paulo . Esse estado tem mesmo uma grandeza sem igual. Cada vez que escrevo sobre SP fico ainda mais apaixonada e admirada.
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